Ícone Anedotas

Anedotas de Loucos

A porta

Num hospício, os médicos fizeram um teste aos loucos para ver quem estava curado.

Eles desenharam uma porta na parede, e quem tentasse abrir ainda estava louco.

No dia seguinte todos queriam abrir a porta, menos um que estava sentado e não parava de rir, por isso os médicos chegaram à conclusão que estava curado, mas antes de liberá-lo perguntaram:

- Porquê você estava rindo dos outros?

Ele respondeu:

- Porque a chave está comigo!

Mais anedotas de Loucos

O que aconteceu?

O cara acorda morrendo de ressaca e encontra no criado mudo um copo de água e duas aspirinas.

Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada.

O quarto está em perfeita ordem.

Há um bilhete de sua mulher:

"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos!"

Ele desce, encontra o café esperando por ele, não entende o fato de estar tudo tão perfeito e pergunta ao filho:

- Filho! O que aconteceu ontem?

- Foi normal, pai… Você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns móveis, mijou no guarda-roupa e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?

- Ah, é que quando você chegou a mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse: "Não faça isso moça, eu sou casado!"

Não há razão para alarme!

Num avião de uma companhia internacional, um dos reatores rebenta no ar.

Os passageiros entram em pânico.

Logo a seguir rebenta outro.

O pânico acentua-se.

Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:

- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.

Nisto rebenta o terceiro reator.

O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.

Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:

- Desculpe, isso que leva aí é o quê?

- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.

Exclama o passageiro:

- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!

E responde o tripulante:

- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…