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Anedotas de Loucos

Loucos e Deus

Num manicómio, diz um maluco:

- Eu sou um enviado de Deus à terra!

E diz outro:

- Mentira! Eu não enviei ninguém!

Mais anedotas de Loucos

Roncos…

Um vendedor, que precisa repousar, chega a uma cidade do interior, já cansado do seu dia de trabalho e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente, não tem mais vaga.

O sujeito entra e diz:

- Dê um jeito, por favor, que preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.

O rececionista responde:

- Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de dividir as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo, o sujeito ronca até não mais poder… Tanto que os vizinhos telefonam queixando-se de que não conseguem dormir.

- Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!

O rececionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.

No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.

O rececionista pergunta:

- O senhor conseguiu dormir?

- Sem problema!

- Mas os roncos não o atrapalharam?

- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

- Como assim?

- Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei o rabo dele, dizendo: "Boa noite, coisa linda…", e o sujeito passou a noite toda, sentado na cama, olhando-me assustado, com medo de dormir.

Ir de autocarro

Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.

O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.

Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer:

- Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro.

Ajudem-me!

O polícia do 112 atendeu o telefone e foi anotando o pedido de socorro:

- Por favor, mandem alguém urgentemente, entrou um gato em casa!

- Mas como assim? Um gato em casa?

- Um gato! Ele invadiu a minha casa e está caminhando na minha direção!

- Mas como assim? Você quer dizer um ladrão?

- Não! Estou falando de um gato mesmo, daqueles que fazem "miau, miau", e ele está vindo na minha direção! Vocês têm de vir agora!

- Mas o que tem um gato ir na sua direção?

- Ele vai me matar, ora bolas! E vocês serão os culpados!

- Mas quem está falando?

- O papagaio, porra!