Um homem apresenta-se com um lenço atado, dando a volta por cima da cabeça e por baixo do queixo, apertado.
- O que é isso, pá? - pergunta-lhe um amigo - Dói-te a cabeça? Os dentes? Ou foi algum desastre?
- Nada disso. Morreu a minha sogra.
- Então?… Morreu-te a sogra… e porque é que trazes os queixos amarrados?
- É para não me rir!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Pela janela?
Porque é que os alentejanos saem de casa pela janela à segunda-feira
- Porque têm uma semana de trabalho à porta!
- Porque têm uma semana de trabalho à porta!
Um simples voo
Num voo internacional, como é habitual, o comandante do avião liga o microfone e fala aos passageiros:
- Bom dia, senhores passageiros. Neste exato momento estamos a 9 mil metros de altitude, velocidade cruzeiro de 860 km/hora e estamos a sobrevoar a cidade de… AAAAAAAHHHH… VALHA-ME DEUS…!
Os passageiros ouvem um barulho infernal, seguido de um grito pavoroso:
- NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!
Depois de um breve momento de silêncio sepulcral, volta a ligar o microfone e, timidamente, diz:
- Peço imensa desculpa, mas a hospedeira deixou cair a bandeja e uma chávena de café caiu-me no colo. Imaginem lá como é que ficaram as minhas calças à frente!
Prontamente, um dos passageiros gritou:
- Filho da m***! Imagina lá como é que ficaram as minhas calças atrás!
- Bom dia, senhores passageiros. Neste exato momento estamos a 9 mil metros de altitude, velocidade cruzeiro de 860 km/hora e estamos a sobrevoar a cidade de… AAAAAAAHHHH… VALHA-ME DEUS…!
Os passageiros ouvem um barulho infernal, seguido de um grito pavoroso:
- NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!
Depois de um breve momento de silêncio sepulcral, volta a ligar o microfone e, timidamente, diz:
- Peço imensa desculpa, mas a hospedeira deixou cair a bandeja e uma chávena de café caiu-me no colo. Imaginem lá como é que ficaram as minhas calças à frente!
Prontamente, um dos passageiros gritou:
- Filho da m***! Imagina lá como é que ficaram as minhas calças atrás!
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.