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Anedotas de Família

Não rir!

Um homem apresenta-se com um lenço atado, dando a volta por cima da cabeça e por baixo do queixo, apertado.

- O que é isso, pá? - pergunta-lhe um amigo - Dói-te a cabeça? Os dentes? Ou foi algum desastre?

- Nada disso. Morreu a minha sogra.

- Então?… Morreu-te a sogra… e porque é que trazes os queixos amarrados?

- É para não me rir!

Mais anedotas de Família

Para a semana não posso!

Haviam três amigos que iam à pesca todos os domingos, e há um domingo em que um deles que se vira para os outros e diz assim:

- Para a semana não posso vir!

- Então porquê?

- Porque vou ver o filme d'"as Sombras de Grey" ao cinema com a minha mulher.

- Ah, sem problema. Então vai lá com a tua mulher.

E pronto, passou uma semana, e no próximo domingo, os outros dois amigos não deixaram de ir pescar, mas para suas surpresas, ao chegaram ao porto de pesca, estava lá o outro sentado no barco.

- Então, não ias ao cinema com a tua mulher!?

- Ah, fui, fui! O filme foi interessante, estivemos a ver o filme, aquilo até foi engraçado, mas depois fomos para casa, ela amarrou-se à cama e disse-me assim: "Agora podes fazer o que tu quiseres" e eu fui à pesca.

Velhote de gatas

Estava um velhote de gatas pelo chão quando um jovem se aproxima e lhe pergunta:

- O senhor perdeu alguma coisa?

- Perdi, sim. Um caramelo.

- Um caramelo? E anda aí de gatas há cinco minutos por causa de um caramelo? Não pode comprar outro?

- Mas este é especial…

- Especial? Como é que um caramelo pode ser especial?

- É que este tem os meus dentes lá agarrados!

O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!

Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.

Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.

No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.

Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!