A professora aponta para o mapa e diz:
- Hoje vamos até à Argentina!
Diz o Joãozinho:
- Ó professora, espere só um bocadinho que eu tenho de avisar a minha mãe!
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Ajudem-me!
O polícia do 112 atendeu o telefone e foi anotando o pedido de socorro:
- Por favor, mandem alguém urgentemente, entrou um gato em casa!
- Mas como assim? Um gato em casa?
- Um gato! Ele invadiu a minha casa e está caminhando na minha direção!
- Mas como assim? Você quer dizer um ladrão?
- Não! Estou falando de um gato mesmo, daqueles que fazem "miau, miau", e ele está vindo na minha direção! Vocês têm de vir agora!
- Mas o que tem um gato ir na sua direção?
- Ele vai me matar, ora bolas! E vocês serão os culpados!
- Mas quem está falando?
- O papagaio, porra!
- Por favor, mandem alguém urgentemente, entrou um gato em casa!
- Mas como assim? Um gato em casa?
- Um gato! Ele invadiu a minha casa e está caminhando na minha direção!
- Mas como assim? Você quer dizer um ladrão?
- Não! Estou falando de um gato mesmo, daqueles que fazem "miau, miau", e ele está vindo na minha direção! Vocês têm de vir agora!
- Mas o que tem um gato ir na sua direção?
- Ele vai me matar, ora bolas! E vocês serão os culpados!
- Mas quem está falando?
- O papagaio, porra!
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Um chouriço
Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!
- Vamos comê-lo!
E diz o outro:
- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!
- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?
- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!
- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!
- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!
- Hum… Não sei se devo confiar em ti…
- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!
- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!
- Não te preocupes!
O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.
Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!
Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.
Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:
- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!