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Anedotas de Loucos

À espera

Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.

Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:

- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!

Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.

Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:

- Por que é que tu não estás a nadar?

E o louco respondeu:

- Você pensa que eu sou tonto?

Aí o médico pensou:

- "Este já deve estar bom."

E o louco continua:

- Vou esperar pelo barco!

Mais anedotas de Loucos

Um voo aterrorizador

Numa terra no meio do deserto havia um aeroporto com apenas uma ligação à cidade principal.

Por ser uma terra pequena só havia dois pilotos disponíveis para essa ligação, o problema é que estes pilotos eram já idosos e usavam uma pala num olho e bengala, por isso, sempre que entravam no avião no início dos voos, os passageiros acabavam sempre por pensar que era uma piada.

Na porta do avião havia placas que acendiam conforme a situação do voo no início da descolagem que diziam: "500 metros para o fim da pista", "200 metros para o fim da pista", "100 metros para o fim da pista", e finalmente "20 metros para o fim da pista" acabando por fazer os passageiros gritarem:

- Ahhhhhhhhhhhh!

E mesmo no fim da pista o avião acaba por levantar e os passageiros suspiram de alívio.

Na cabine o piloto exclama para o outro:

- Quando eles deixarem de gritar ficamos lixados!

O que é que tinha?

Uma loira encontra-se com uma velha amiga, e esta lhe diz:

- Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?

A loira responde:

- Vou muito mal!

A amiga pergunta:

- O que foi que aconteceu?

A loira diz:

- O meu marido morreu na semana passada!

Horrorizada, a amiga diz:

- Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?

Triste, a loira responde:

- Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!

O anão que queria ser atendido

Um anão entra num bar.

Vendo um balcão muito alto, começa aos saltos e a gritar:

- Queria um sumo! Queria um sumo!

Como ninguém aparecia, o anão começa a ficar chateado.

Decide dar a volta ao balcão e, do outro lado, vê outro anão aos saltos a gritar:

- Fresco ou natural? Fresco ou natural?