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Anedotas de Ignorância

O atropelamento

Certo dia estava o Zé da Boina a passar na estrada e viu um montão de pessoas todas a monte.

O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.

- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!

Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!

Mais anedotas de Ignorância

São todos uns animais!

Um bêbado entra num autocarro e desata a gritar:

- Aqui à minha frente, são todos palermas! Os desgraçados lá atrás são todos cabrões! Os merdas aqui ao meu lado são todos filhos da m**.

O motorista, indignado com a conversa, faz uma travagem brusca, as pessoas desequilibram-se, algumas até caem.

O motorista agarra o bêbado pelos colarinhos e ameaça:

- Quem é palerma e cabrão aqui?

Responde o bêbado de mansinho:

- Não sei. Agora, com a travagem, misturaste tudo!

Uma banana e um morango

O que a banana diz ao morango?

- Eu é que me dispo e tu é que ficas vermelho!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.