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Anedotas de Ignorância

O atropelamento

Certo dia estava o Zé da Boina a passar na estrada e viu um montão de pessoas todas a monte.

O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.

- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!

Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!

Mais anedotas de Ignorância

Tem cuidado!

Uma loira viajou para o Rio de Janeiro no fim-de-semana.

Antes de partir um amigo deu uma recomendação:

- Tem cuidado, pois no Rio de Janeiro na sombra estão 50 graus!

A loira agradeceu o conselho, mas um mês depois retornou mais bronzeada que um carvão.

Ao encontrar o amigo, ele pergunta:

- Eu não te avisei para tu tomares cuidado?

E a loira responde:

- Pois é, tu disseste que na sombra estavam 50 graus e por isso eu andei sempre no lado do sol!

Na lua-de-mel

Na lua-de-mel, diz o noivo para a noiva:

- Olha, tenho um segredo para te contar…

- Diz.

- Eu sou daltónico…

- Não faz mal, eu já tinha percebido…

- Ai sim?

- Sim… E também tenho um segredo para te contar…

- Conta.

- Eu não sou sueca, sou cabo-verdiana…

Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.

Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.

Assim foi.

Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!

Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.

Estupefacta a população assistiu a tudo.

Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.

Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.

Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.

Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!