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Anedotas de Idosos

Médico atende avô

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!

Mais anedotas de Idosos

Trabalho ou prazer?

Um presidente de uma empresa, casado há 25 anos, tinha dúvidas se ir para a cama com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer.

Com dúvidas, ligou para o Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.

O Diretor Geral ligou para o Vice-Diretor e fez a mesma pergunta.

O Vice-Diretor ligou para o Gerente Geral e fez a mesma pergunta.

E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como praxe, para o Estagiário que estava todo atarefado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Rapaz, tens um minuto para responder-me se quando o presidente da empresa vai para a cama com a mulher dele é trabalho ou prazer!

- É prazer, Doutor! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

- O quê? Como é que consegues responder isso com tanta segurança e certeza?

- É que se fosse trabalho, já me tinham mandado fazer!

Tempos

Na aula de português, pergunta o professor ao Joãozinho:

- Chovia, que tempo é?

E responde o Joãozinho:

- É tempo muito mau, senhor professor…

Vamos fingir!

O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.

Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.

Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:

- Padre, estou com frio!

Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.

Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.

- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?

- Por mim está ótimo! - responde a freira.

- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!