Estava um velhote de gatas pelo chão quando um jovem se aproxima e lhe pergunta:
- O senhor perdeu alguma coisa?
- Perdi, sim. Um caramelo.
- Um caramelo? E anda aí de gatas há cinco minutos por causa de um caramelo? Não pode comprar outro?
- Mas este é especial…
- Especial? Como é que um caramelo pode ser especial?
- É que este tem os meus dentes lá agarrados!
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
Um cuco defeituoso
Fui convidado para um jantar com um meu grupinho de velhos amigos.
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou mas eu acabei por ir ao jantar.
A refeição foi estupenda, as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei a ver tudo de pernas para o ar.
Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e cantou 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz cu-cu mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo, por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite.
Não pareceu nem um pouquinho desconfiada.
Ufa!
Daquela já me tinha escapado!
Então ela comentou:
- Amor! Precisamos de um cuco novo!
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez cu-cu 3 vezes e depois disse alto: "Porra! Tou tramado!" Fez cu-cu mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou cu-cu mais 3 vezes, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes! Depois bateu com a cabeça na porta do corredor que deixei entreaberta. Entrou no quarto, tropeçou no gato, e só se deitou depois de cair duas vezes ao tentar despir-se! Não achas melhor trocar o cuco enquanto está na garantia?
Lado errado da cama
Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
- Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
- Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
- Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira.
- Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
- Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
- Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
- Sim, madre.
- E posso saber porquê?
- É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.
- Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
- Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
- Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira.
- Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
- Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
- Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
- Sim, madre.
- E posso saber porquê?
- É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.
Risco no sete
Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!