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Anedotas de Ignorância

Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.

Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.

Assim foi.

Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!

Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.

Estupefacta a população assistiu a tudo.

Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.

Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.

Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.

Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!

Mais anedotas de Ignorância

Despedida de solteiro

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.

Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…

Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.

Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.

E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:

- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.

Comer menos

O João tinha acabado de tirar o curso de médico e foi aprender com um médico profissional. Quando vão para fazer a primeira consulta, o médico diz:

- Vê como eu faço a consulta para tu aprenderes.

Entram na casa de uma idosa e o médico pergunta:

- O que é que a senhora tem?

- Tenho dores de cabeça e de estômago - responde a idosa.

- A senhora come muitas bananas, não come? - pergunta o médico.

- Sim, como.

- Então vai ter de comer menos - diz o médico.

Saem de casa da senhora e o João, curioso como sempre, pergunta ao médico como sabia que a senhora comia muitas bananas.

- Quando eu deixei cair a caneta, vi que no balde do lixo estavam lá cinco cascas de banana.

- Está bem - diz o João - para a próxima faço eu a consulta.

Foram a casa de uma senhora acamada e o João pergunta:

- O que é que tem?

- Dói-me o corpo todo - diz a senhora.

- A senhora vai muitas vezes à missa, não vai?

- Vou.

- Então vai ter de ir menos vezes.

Fora da casa da senhora o médico pergunta ao João como é que sabia que a senhora ia muitas vezes à missa.

- É que, quando eu deixei cair a caneta, vi o padre debaixo da cama.