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Anedotas de Ignorância

Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.

Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.

Assim foi.

Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!

Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.

Estupefacta a população assistiu a tudo.

Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.

Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.

Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.

Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!

Mais anedotas de Ignorância

Malucos fogem de comboio

Dois malucos fogem do manicómio e apanham um comboio.

À medida que o comboio acelera, os dois malucos vão olhando para os postes.

Diz um deles:

- Já viste como os postes passam depressa?

- É verdade… Para a próxima vou de poste!

Têm de me ajudar

Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.

Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.

Ele corre com o telemóvel:

- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!

Do outro lado da linha respondem:

- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.

E o rapaz:

- Eu sei! A janela não está a abrir!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.