Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?
- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
O inferno perfeito
Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Pense bem!
As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.
Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.
Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.
Rapidamente aproximei-me dele e disse:
- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!
Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.
Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!
Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.
Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!
Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.
Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.
Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!
Depois da décima violação eu disse-lhe:
- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!
Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.
Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.
Rapidamente aproximei-me dele e disse:
- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!
Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.
Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!
Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.
Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!
Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.
Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.
Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!
Depois da décima violação eu disse-lhe:
- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!
Problemas pouco saudáveis
Um grande apreciador de copos vai ao médico, acompanhado da sua mulher.
Explica o homem:
- Doutor, sinto náuseas, dores no corpo, boca seca…
- Você fuma? - pergunta o médico.
Diz o homem:
- Uns cinquenta cigarros por dia!
- Ah! Aí está o problema - interrompeu o médico - Pare de fumar imediatamente e voltará a ter uma saúde de ferro!
Já fora do consultório a sua mulher o interpela:
- Tu nunca fumaste um único cigarro. Porque é que mentiste?
Explica o homem:
- Se eu dissesse que não fumava ele iria perguntar se eu bebia, e aí, meu Deus, lá se ia os vinhos, cervejas!
Explica o homem:
- Doutor, sinto náuseas, dores no corpo, boca seca…
- Você fuma? - pergunta o médico.
Diz o homem:
- Uns cinquenta cigarros por dia!
- Ah! Aí está o problema - interrompeu o médico - Pare de fumar imediatamente e voltará a ter uma saúde de ferro!
Já fora do consultório a sua mulher o interpela:
- Tu nunca fumaste um único cigarro. Porque é que mentiste?
Explica o homem:
- Se eu dissesse que não fumava ele iria perguntar se eu bebia, e aí, meu Deus, lá se ia os vinhos, cervejas!