O diretor da empresa contou uma anedota e todos riram à gargalhada, menos um dos presentes.
- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.
- Não… não! Eu não trabalho aqui.
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Se não é uma, é outra!
O Joãozinho pergunta à mãe:
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
- Claro que sim, filho.
- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
- Então podes ficar contente!
- Porquê?
- Porque eu não parti a perna.
O inferno perfeito
Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Pessoas malcriadas
A mãe pergunta ao filho:
- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?
E diz o miúdo:
- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?
- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.
E conclui o miúdo:
- Pois é mãe, ele também não gosta!
- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?
E diz o miúdo:
- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?
- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.
E conclui o miúdo:
- Pois é mãe, ele também não gosta!