Uma loira foi ao cinema.
Chega ao balcão e diz:
- Quero mais um bilhete para a próxima sessão.
- Mas já é a quarta vez que está a comprar o bilhete para a mesma sessão! - responde o homem intrigado.
E diz a loira:
- Pois é! Mas cada vez que vou entrar no cinema, está lá um homem que me rasga o bilhete!
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Um idoso muito romântico
Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Poderia aguardar um momento?
Um jovem advogado recém-licenciado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão, e colocou na porta uma placa dourada: Dr. António Soares - Especialista em Direito Tributário.
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás da sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, e rapidamente agarra no telefone fixo e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!… - Sei, sei… Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… - É claro!… O que é isso, sem problemas!… O senhor dá-me licença agora que eu tenho um outro cliente à espera… Obrigado… Um abraço!
Volta a colocar o telefone no sítio e diz:
- Bom dia, o que é que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone…
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás da sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, e rapidamente agarra no telefone fixo e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!… - Sei, sei… Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… - É claro!… O que é isso, sem problemas!… O senhor dá-me licença agora que eu tenho um outro cliente à espera… Obrigado… Um abraço!
Volta a colocar o telefone no sítio e diz:
- Bom dia, o que é que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone…