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Anedotas de Animais

Morcegos sedentos

Dois morcegos estavam a falar um com o outro:

- Vou sair à procura de sangue OK?

- OK. Mas eu fico por aqui!

E lá foi o morcego todo sorridente, alguns minutos depois volta o morcego com a cara toda cheia de sangue e também partes do corpo; o outro rapidamente se interessa:

- Hei que espetáculo, onde é que conseguiste tanto sangue assim?

- Simples, estás a ver aquela árvore ali à esquerda?

- Sim.

- E estás a ver a outra ali mais à direita?

- Sim, estou a ver.

- Tás vendo aquela ali bem no meio das outras duas?

- Sim também a estou a ver.

- Pois, eu é que NÃO VI!

Mais anedotas de Animais

Expulsão

Dois amigos encontram-se e um deles estava visivelmente triste, e então pergunta o outro:

- O que se passa?

E responde o primeiro:

- É que fui expulso da universidade!

- A sério?! Então porquê? - pergunta o segundo.

E diz o primeiro:

- Sei lá! Já não vou lá há meio ano!

Uma corrida

Estava um carro lento a andar na estrada quando de repente devido a uma avaria, para na berma.

Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.

Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.

Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.

Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.

Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.

Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:

- Acabaste de ver o que eu vi?

- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!

O julgamento da toupeira

Um dia na floresta houve um julgamento de uma toupeira que acabou condenada à morte.

Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:

- Tem algum último desejo?

Ao que a toupeira respondeu:

- Enterrem-me viva!