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Anedotas de Ignorância

Porquê tanta gente?

Um compadre perguntou ao outro:

- O que aconteceu compadre? Porque está tanta gente assim na sua casa? Morreu alguém?

- Sim, compadre, meu burro matou a minha sogra com um coice!

- Haaaa, e toda essa gente conhecia a tua sogra?

- Não compadre, vieram comprar o burro!

Mais anedotas de Ignorância

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!

Comer menos

O João tinha acabado de tirar o curso de médico e foi aprender com um médico profissional. Quando vão para fazer a primeira consulta, o médico diz:

- Vê como eu faço a consulta para tu aprenderes.

Entram na casa de uma idosa e o médico pergunta:

- O que é que a senhora tem?

- Tenho dores de cabeça e de estômago - responde a idosa.

- A senhora come muitas bananas, não come? - pergunta o médico.

- Sim, como.

- Então vai ter de comer menos - diz o médico.

Saem de casa da senhora e o João, curioso como sempre, pergunta ao médico como sabia que a senhora comia muitas bananas.

- Quando eu deixei cair a caneta, vi que no balde do lixo estavam lá cinco cascas de banana.

- Está bem - diz o João - para a próxima faço eu a consulta.

Foram a casa de uma senhora acamada e o João pergunta:

- O que é que tem?

- Dói-me o corpo todo - diz a senhora.

- A senhora vai muitas vezes à missa, não vai?

- Vou.

- Então vai ter de ir menos vezes.

Fora da casa da senhora o médico pergunta ao João como é que sabia que a senhora ia muitas vezes à missa.

- É que, quando eu deixei cair a caneta, vi o padre debaixo da cama.

Médico de família

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!