Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…
- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…
A senhora:
- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?
- Gosto sim - prontamente responde o pobre…
Ao qual a senhora diz:
- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
As herdades
Dois agricultores, um alentejano e um espanhol, estão na conversa:
- Qual és el tamanho de tu herdad? - pergunta o espanhol.
Responde o alentejano:
- Para os padrões portugueses, o mê monti tem um tamanho razoável: trezentos hectares. Atão e a sua herdadi?
Responde o espanhol:
- Mira, yo saio de casa por la mañana, ligo el jipe e, al medio-dia, ni siquiera he percorrido la mitad de mi propriedade!…
- Eu sei o que isso éi! - diz o alentejano sem se descoser - Também já tive um jipe espanholi… São uma merda! Só dá chaticis!
- Qual és el tamanho de tu herdad? - pergunta o espanhol.
Responde o alentejano:
- Para os padrões portugueses, o mê monti tem um tamanho razoável: trezentos hectares. Atão e a sua herdadi?
Responde o espanhol:
- Mira, yo saio de casa por la mañana, ligo el jipe e, al medio-dia, ni siquiera he percorrido la mitad de mi propriedade!…
- Eu sei o que isso éi! - diz o alentejano sem se descoser - Também já tive um jipe espanholi… São uma merda! Só dá chaticis!
O anão que queria ser atendido
Um anão entra num bar.
Vendo um balcão muito alto, começa aos saltos e a gritar:
- Queria um sumo! Queria um sumo!
Como ninguém aparecia, o anão começa a ficar chateado.
Decide dar a volta ao balcão e, do outro lado, vê outro anão aos saltos a gritar:
- Fresco ou natural? Fresco ou natural?
Vendo um balcão muito alto, começa aos saltos e a gritar:
- Queria um sumo! Queria um sumo!
Como ninguém aparecia, o anão começa a ficar chateado.
Decide dar a volta ao balcão e, do outro lado, vê outro anão aos saltos a gritar:
- Fresco ou natural? Fresco ou natural?
Estava escrito!
Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".