Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…
- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…
A senhora:
- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?
- Gosto sim - prontamente responde o pobre…
Ao qual a senhora diz:
- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Escolha difícil
Um rapaz entra numa barbearia e o barbeiro sussurra para o seu cliente:
- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.
O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:
- Qual delas é que tu queres, filho?
O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.
- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!
Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.
- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?
O menino lambe o gelado e responde:
- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!
- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.
O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:
- Qual delas é que tu queres, filho?
O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.
- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!
Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.
- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?
O menino lambe o gelado e responde:
- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!
Estava escrito!
Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Vamos fingir!
O padre e a freira estão viajando pelo Canadá e acabam ficando presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.
Logo ele ouve a voz da freira:
- Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com frio! - geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.
- Padre, ainda estou com muito frio! - geme a freira, pela terceira vez.
- Escuta irmã - diz ele, sem se levantar. - Eu tenho uma ideia, já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
- Por mim está ótimo! - responde a freira.
- Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!