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Anedotas de Família

Ir de autocarro

Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.

O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.

Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer:

- Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro.

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Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Estado de saúde

- Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.

- Qual é o nome do paciente?

- Chama-se Pedro e está no quarto 302.

- Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.

- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!

- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

- Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?

- Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.

- Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

- Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?

- Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai desta deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!

Vai uma dança?

Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando, dirigiu-se a uma senhora de preto e pediu:

- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?

E ouviu a seguinte resposta:

- Não, por quatro motivos:

1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!