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Anedotas de Família

Ir de autocarro

Um mês depois do rapaz da aldeia ter ido estudar para a capital, os pais escrevem-lhe a dizer que lhe vão arranjar dinheiro para comprar um carro para ele ir para a universidade.

O filho escreve de volta aos pais a dizer-lhes que esqueçam a ideia, já que todos os amigos dele vão para a universidade de autocarro.

Passada uma semana, os pais enviam-lhe nova carta a dizer:

- Filho, estivemos a falar com o resto da família e chegamos a uma decisão. Vamos vender a quinta do teu tio e enviar-te o dinheiro para poderes comprar um autocarro.

Mais anedotas de Família

Não tenho rolo!

Vai um homem à caça com a sua sogra.

Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.

Esta gritava desesperadamente:

- Dispara!… Dispara!…

- Não tenho rolo! - gritou o genro…

Estou a vê-lo!

Num discurso político, um dos eleitores telefona aflito para a polícia e diz:

- Polícia? O homem que me tem vindo a roubar está neste momento a discursar na televisão!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!