Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.
Diz um:
- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?
Responde o outro:
- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
Não tenho rolo!
Vai um homem à caça com a sua sogra.
Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.
Esta gritava desesperadamente:
- Dispara!… Dispara!…
- Não tenho rolo! - gritou o genro…
Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.
Esta gritava desesperadamente:
- Dispara!… Dispara!…
- Não tenho rolo! - gritou o genro…
Esquecimento
Três idosas estavam a comentar os seus problemas de velhice.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
A primeira diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando eu estou de pé ao lado da cama, eu não sei se eu acabei de acordar ou se vou dormir.
A segunda diz:
- Eu estou tão esquecida, mas tão esquecida, que quando a porta do frigorífico está aberta, eu não sei se eu acabei de guardar alguma comida ou se estava a buscar alguma coisa.
A terceira, dando três batidas na madeira, diz:
- Credo, que Deus me livre. Eu não quero ficar assim.
E continuou:
- Bem, eu já volto. Esperem aí que eu vou abrir a porta pois alguém está a bater.
Peixes num tanque
Estavam dois peixes num tanque.
Um vira-se para o outro o diz:
- Tu conduzes, que eu tomo conta das armas!
Um vira-se para o outro o diz:
- Tu conduzes, que eu tomo conta das armas!