Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.
Diz um:
- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?
Responde o outro:
- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
O roubo
Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.
Diz um:
- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?
Responde o outro:
- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!
Diz um:
- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?
Responde o outro:
- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!
Pessoas malcriadas
A mãe pergunta ao filho:
- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?
E diz o miúdo:
- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?
- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.
E conclui o miúdo:
- Pois é mãe, ele também não gosta!
- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?
E diz o miúdo:
- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?
- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.
E conclui o miúdo:
- Pois é mãe, ele também não gosta!
Escrevendo uma carta
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
- Para quem é essa carta?
- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
- E o que está escrito nela?
- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!