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Anedotas de Alentejanos

O roubo

Dois alentejanos assaltaram um banco, fugiram de carro e, quando se julgaram a salvo, pararam numa estrada secundária a descansar.

Diz um:

- Atão, aproveitamos para contar o dinheiro?

Responde o outro:

- ‘Nã vale a pena essa trabalhêra! Logo no Telejornal dizem quanto é!

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Tempos

Na aula de português, pergunta o professor ao Joãozinho:

- Chovia, que tempo é?

E responde o Joãozinho:

- É tempo muito mau, senhor professor…

Passou num vermelho!

Um homem é parado pela polícia:

- O senhor passou num semáforo vermelho!

- O quê? Não passei nada! Eu não vi!

- Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!

- Não tenho!

- Não tem?! Como não tem?!

- Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!

- Roubado?! Saia já do carro!

- Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!

- O quê?! Uma pistola?

- Então?! Para matar o dono do carro!

- Você matou o dono do carro?!

- Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.

Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.

Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe confuso pergunta:

- Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!

- Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!