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Anedotas de Ignorância

Uma corrida

Estava um carro lento a andar na estrada quando de repente devido a uma avaria, para na berma.

Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.

Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.

Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.

Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.

Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.

Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:

- Acabaste de ver o que eu vi?

- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!

Mais anedotas de Ignorância

Um idoso muito romântico

Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.

Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.

O velho diz:

- Minha Rainha, onde queres sentar-te?

- Aqui, diz a senhora de idade.

- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?

- Sim, um Porto, obrigada.

- Meu anjo, o que vais comer?

- Ela pediu a ementa e encomendou.

- Meu Doce, que vinho queres?

O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.

A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:

- Vai, minha vida, fico à espera.

O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:

- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.

O velho olha para ele e responde:

- Não consigo lembrar-me do nome dela!

Tenho uma má notícia!

A família jantava quando a filha de 12 anos diz:

- Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! - e começa a chorar.

Silêncio na mesa! Diz o marido a mulher:

- Estava-se mesmo a ver! É por te vestires como uma pega. Com o mau exemplo que dás à menina todos os dias!

E vira-se para a outra filha, de 25 anos:

- E tu também lhe dás um péssimo exemplo. Ficas no sofá a lamber aquele teu namorado…

A mãe não aguenta mais e grita:

- Ai é?!… E quem é que gasta metade do ordenado com prostitutas!? Achas que é um bom exemplo passares os fins-de-semana a veres filmes para adultos, seu porco?

Desconsolada, com os olhos cheios de lágrimas e voz trémula, a mãe pega na mão da menina e pergunta:

- E como é que isso aconteceu, minha filha?

Entre soluços, a menina responde:

- Foi a professora! Ela mudou o presépio!… A Virgem agora é a Luísa. Eu agora sou a vaca!

O inferno perfeito

Um homem pacato, morre e vai para o inferno.

Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:

- O que fazem aqui?

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.

Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.

Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:

- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.