Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.
Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.
Ela responde:
- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.
A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
- O que é que lhe disse?
O comandante responde:
- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Qual peixe?
Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.
- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
- Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois o agente pergunta:
- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
- Peixe? Qual peixe?
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.
- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
- Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois o agente pergunta:
- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
- Peixe? Qual peixe?
Um beijinho inocente
Uma menina de sete anos admitiu aos seus pais que o Joãozinho lhe tinha dado um beijinho depois da aula.
- E como é que isso aconteceu? - perguntou a mãe assustada.
- Não foi fácil - admitiu a pequena rapariga - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo.
- E como é que isso aconteceu? - perguntou a mãe assustada.
- Não foi fácil - admitiu a pequena rapariga - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo.
A porta
Num hospício, os médicos fizeram um teste aos loucos para ver quem estava curado.
Eles desenharam uma porta na parede, e quem tentasse abrir ainda estava louco.
No dia seguinte todos queriam abrir a porta, menos um que estava sentado e não parava de rir, por isso os médicos chegaram à conclusão que estava curado, mas antes de liberá-lo perguntaram:
- Porquê você estava rindo dos outros?
Ele respondeu:
- Porque a chave está comigo!
Eles desenharam uma porta na parede, e quem tentasse abrir ainda estava louco.
No dia seguinte todos queriam abrir a porta, menos um que estava sentado e não parava de rir, por isso os médicos chegaram à conclusão que estava curado, mas antes de liberá-lo perguntaram:
- Porquê você estava rindo dos outros?
Ele respondeu:
- Porque a chave está comigo!