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Anedotas de Bêbados

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Mais anedotas de Bêbados

Esposa na discoteca

Um senhor bem vestido, acabado de chegar de viagem, apanha um táxi e pede ao taxista para o levar para a morada da sua casa.

No caminho, vê uma senhora, também com muito bom aspeto, com um vestido vermelho e a entrar numa discoteca.

De repente reconhece que se trata da sua própria mulher!

O senhor fica desvairado e pede ao taxista que volte até à porta da discoteca.

Chegado lá, tira do bolso um maço de notas e diz para o taxista:

- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro desta discoteca uma mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas não se preocupe, que ela é a minha esposa!

O taxista, que vivia com grandes dificuldades financeiras, aceita sem pensar duas vezes e entra pela discoteca dentro.

Cinco minutos depois, o taxista surge a sair pela porta da discoteca, arrastando uma mulher e a gritar todas as asneiras que se possa imaginar.

O senhor bem vestido, que tinha ficado no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde!

Sai do táxi a correr e grita para alertar o taxista do terrível erro:

- Pare! Pare! O senhor enganou-se. Não é essa senhora! Como é que você confundiu vermelho com verde? O senhor é daltónico?

Ao que o taxista responde:

- Daltónico o tanas! Esta de verde é a minha! Já volto lá dentro para trazer a sua!

Viagem ao Japão

Dois loucos estão numa rua, quando um diz para o outro:

- Olha um buraco! Será que dá para a ir para o Japão nele?

- Claro que não, seu maluco! Não estás a ver que não temos passagens?!

Uma idosa vai a tribunal

Numa sessão, a defesa da vítima chama a sua avó.

Logo que ela chega para testemunhar, o advogado aproxima-se e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece-me?

E ela responde:

- Sim, eu te conheço, Guilherme. Eu te conheço desde jovem, e francamente, tu foste uma grande desilusão para mim. Tu mentiste, traíste a tua mulher e manipulas as pessoas para falarem mal das outras por detrás das suas costas. Tu pensas que és grande coisa, mas não passas de um idiota. E sim, eu conheço-te.

O advogado ficou paralisado.

Sem saber o que fazer, ele atravessa a sala e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece a vítima?

- Sim, eu o conheço, é meu neto. Eu conheço-o desde criança. Ele é preguiçoso, antipático e tem um problema com a bebida. Ele não consegue ter uma relação normal com ninguém e é a pior pessoa do estado porque nunca cumpre com a lei. E para não falar que ele já traiu a sua mulher com outras três. Uma delas é a tua mulher, Guilherme. E sim, eu conheço-o.

A defesa voltou a sentar.

O juiz aproxima-se dos seus colegas de trabalho e dos advogados e exclama baixinho:

- Se algum de vocês pergunta a ela se me conhece, eu vos garanto, e muito bem, que vocês todos passam pela cadeira elétrica, ouviram bem?!