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Anedotas de Ignorância

Napoleão Bonaparte

O Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até à Igreja des Invalides.

E o guia explicou:

- Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!

E o português:

- Caramba! Como fumava este gajo!

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A rusga

Zé da Boina, que estava só devido à maternidade da sua mulher, vai a uma casa de meninas e saca logo três para a cama.

Entretanto vem a rusga da polícia e grita:

- O que se passa aqui e quem são vocês?

Diz uma delas:

- Eu sou cabeleireira!

Diz a outra:

- Eu sou manicura!

Por fim diz a terceira:

- Eu sou pédicure!

Zé da Boina assustado grita:

- Mauuu… Querem ver que a p*** aqui sou eu!?

Passou num vermelho!

Um homem é parado pela polícia:

- O senhor passou num semáforo vermelho!

- O quê? Não passei nada! Eu não vi!

- Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!

- Não tenho!

- Não tem?! Como não tem?!

- Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!

- Roubado?! Saia já do carro!

- Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!

- O quê?! Uma pistola?

- Então?! Para matar o dono do carro!

- Você matou o dono do carro?!

- Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.

Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.

Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe confuso pergunta:

- Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!

- Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?