Animais

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Viborazinha em pânico

A viborazinha entra em casa a correr, apavorada:

- Mãe, mãe!

- Que foi, filhinha?

- É verdade que nós somos venenosas?

- Sim, filhinha, somos venenosas... porque perguntas?

- É que eu mordi a língua...

Mais anedotas de animais

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Falhou

Bom, tinha um pai morcego que resolveu colocar seus filhos para caçar. Manda o primeiro. Voltou com a boca cheia de sangue, seu pai lhe deu os parabéns e pergunto.

- Parabéns, 30 minutos foi muito bem, o que você mordeu?

E o filho reponde:

- Está vendo aquele cachorro ali?

O pai diz:

- Sim.

E o filho responde:

- Fui nele.

Dai o segundo volta depois de 15 minutos com a boca cheia de sangue. Seu pai diz:

- Parabéns 51 minutos!

O que você mordeu?

E o filho responde:

- Ta vendo aquele homem ali? Eu mordi ele.

E o pai feliz diz:

- Parabéns filho.

Dai saiu o terceiro, e dai depois de 3 minutos ele voltou com a boca cheia de sangue, e o pai lhe pergunta:

- Parabéns filho 3 minutos muito melhor que os outros, e lhe pergunta:

- O que você mordeu?

E o filho lhe responde:

- Pai, está vendo aquele muro ali?

E o pai responde:

- Estou!

- Mais eu não vi pai.
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O que foi que eu fiz!

De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se! Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho. O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado. No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:

- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!
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O julgamento da toupeira

Um dia na floresta houve um julgamento de uma toupeira que acabou condenada à morte. Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:

- Tem algum último desejo?

Ao que a toupeira respondeu:

- Enterrem-me viva!