Ignorância

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Uma corrida

Estava um Fiat Punto a andar na estrada quando de repente devido a uma avaria, para na berma da estrada.

Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um Ferrari e pede ajuda para ser rebocado.

Depois de montado, devido à baixa velocidade do Fiat, o dono do mesmo, diz que acende os piscas para o Ferrari abrandar de velocidade.

Pelo caminho, o dono do Ferrari aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para o Ferrari abrandar.

Alguns minutos depois passa um Lamborghini e com o objetivo de ser mais rápido o Ferrari acelera a fundo.

Com esta corrida só se via os piscas a ligarem e a desligarem do dono do Fiat.

Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:

- Acabaste de ver o que eu vi?

- Sim, estava um Ferrari e um Lamborghini a fazer uma corrida e atrás vinha um Fiat Punto a fazer sinal que queria ultrapassar!

Mais anedotas de ignorância

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Até tenho vergonha!

“Querido pai.

São Paulo é lindo e as pessoas são simpáticas, mas eu tenho vergonha de chegar à faculdade com um Ferrari banhado em ouro quando a maioria dos alunos e até alguns professores chegam de metro.

Com amor, Nassar.”

“Querido filho.

Acabei de transferir 100 milhões de dólares para a tua conta. Por favor, não envergonhes a nossa família, compra um metro para ti também.

Com amor, pai.”
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Pessoas malcriadas

A mãe pergunta ao filho:

- Porque é que já não passas tempo com o vizinho?

E diz o miúdo:

- Mãe, você gostava de passar tempo com alguém que fuma, bebe muito e ainda diz asneiras?

- Credo, claro que não! - responde a mãe chocada.

E conclui o miúdo:

- Pois é mãe, ele também não gosta!
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Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa. Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.