Ignorância

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Um fogo difícil

Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas. O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas. A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho. Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio. Assim foi. Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate. Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio! Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam. Estupefacta a população assistiu a tudo. Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos. Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis. Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas. Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária. Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

- 5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?

- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!

Mais anedotas de ignorância

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Sem queixas

Num bar, um sujeito diz a outro:

- Em quarenta anos de trabalho servi milhares de clientes e nunca um único deles se queixou!

- Ena, sim senhor... E que faz você?

- Sou cangalheiro.
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O atropelamento

Certo dia estava o Zé da Boina a passar na estrada e viu um montão de pessoas todas a monte. O Zé da Boina decidiu ir lá ver o que se passava e como não conseguia ver nada decidiu arranjar uma desculpa.

- Deixem-me passar que eu sou irmão dele!

Imaginem o seu espanto ao ver um burro morto no meio do chão!
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Adormecer

Num café, estão dois amigos a conversar:

- Sabes, quando eu era pequeno, o meu pai tinha a mania de me mandar para o ar para adormecer.

Responde o amigo:

- Ai era?! E tu adormecias?

- Claro! O teto era baixo!