Dois GNR na berma de uma estrada no distrito de Beja vêm passar um carro a mais de 160 km/h.
Diz um para o outro:
- Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?
- Era pois - respondeu o segundo - vamos caçá-lo!
Uns quilómetros mais adiante já com o carro parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:
- A sua carta de condução?
- Mau! Perderam-na?!
Anedotas de Alentejanos
Mais anedotas de Alentejanos
A piscina
O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Uma anedota sem graça
O diretor da empresa contou uma anedota e todos riram à gargalhada, menos um dos presentes.
- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.
- Não… não! Eu não trabalho aqui.
- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.
- Não… não! Eu não trabalho aqui.
Viborazinha em pânico
A viborazinha entra em casa a correr, apavorada:
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…
- Mãe, mãe!
- Que foi, filhinha?
- É verdade que nós somos venenosas?
- Sim, filhinha, somos venenosas… porque perguntas?
- É que eu mordi a língua…