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Anedotas de Alentejanos

De novo?!

Dois GNR na berma de uma estrada no distrito de Beja vêm passar um carro a mais de 160 km/h.

Diz um para o outro:

- Aquele não é o gajo a quem apreendemos a carta a semana passada por excesso de velocidade?

- Era pois - respondeu o segundo - vamos caçá-lo!

Uns quilómetros mais adiante já com o carro parado, um dos GNR chega-se ao pé dele e pergunta-lhe:

- A sua carta de condução?

- Mau! Perderam-na?!

Mais anedotas de Alentejanos

Contributo para o lar

Numa certa tarde, batem à porta e o dono da casa vai abrir:

- Boa tarde, desejava contribuir para o lar de 3º idade?

- Claro que sim! Esperem só um bocado que eu vou buscar a minha sogra!

Um chouriço

Dois caranguejos encontram um chouriço e um deles diz:

- Vamos comê-lo!

E diz o outro:

- Vamos… Mas olha, isto era bom era se tivéssemos um pãozito para acompanhar!

- Pois era! Mas onde é que vamos agora arranjar o pão?

- Tu vais procurá-lo e eu fico aqui a guardar o chouriço!

- Ah, não! Eu já te conheço! Mal eu fosse buscar o pão tu comias o chouriço sozinho!

- Não como nada! Eu só fico aqui a guardá-lo para ninguém o comer! Eu espero por ti!

- Hum… Não sei se devo confiar em ti…

- Confia, confia! Vá, vai lá buscar o pão!

- Pronto, está bem! Mas que nem te passe pela cabeça comeres o chouriço sozinho!

- Não te preocupes!

O caranguejo lá vai e o outro fica a guardar o chouriço, com as tenazes no ar.

Passa-se uma hora, duas horas, três horas, uma tarde, um dia, dois dias, três dias, uma semana, duas semanas e um mês!

Finalmente o caranguejo lá se apercebe que o amigo já não vem e decide comer o chouriço sozinho.

Mal ele baixa uma tenaz para dar o primeiro corte no chouriço, salta o outro caranguejo detrás de uma pedra a gritar:

- Ahh Ah! Eu sabia! Já não vou buscar o pão!

Carta misteriosa

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!