Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Poderia aguardar um momento?
Um jovem advogado recém-licenciado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão, e colocou na porta uma placa dourada: Dr. António Soares - Especialista em Direito Tributário.
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás da sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, e rapidamente agarra no telefone fixo e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!… - Sei, sei… Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… - É claro!… O que é isso, sem problemas!… O senhor dá-me licença agora que eu tenho um outro cliente à espera… Obrigado… Um abraço!
Volta a colocar o telefone no sítio e diz:
- Bom dia, o que é que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone…
No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás da sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, e rapidamente agarra no telefone fixo e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa! O juiz já deu parecer favorável!… - Sei, sei… Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… - É claro!… O que é isso, sem problemas!… O senhor dá-me licença agora que eu tenho um outro cliente à espera… Obrigado… Um abraço!
Volta a colocar o telefone no sítio e diz:
- Bom dia, o que é que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone…
Um para mim, um para ti
Numa cidade do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.
Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:
- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.
- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.
- Então está bem, mais um para mim, um para ti.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.
Chegando lá, contou para o polícia:
- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!
- Juro que é verdade! Vem comigo!
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:
- Um para mim, um para ti.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.
- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e levar todos os figos.
Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as mochilas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:
- Um para mim, um para ti. Um para mim, um para ti.
- Meu, deixaste cair dois para o lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois de nós terminarmos aqui vamos buscar os outros dois.
- Então está bem, mais um para mim, um para ti.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, ouviu esse negócio de "um para mim e um para ti" e saiu correndo para a esquadra.
Chegando lá, contou para o polícia:
- Guarda, vem comigo! Deus e o Diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado, vai dormir!
- Juro que é verdade! Vem comigo!
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a ouvir:
- Um para mim, um para ti.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora nós vamos lá fora e levar os dois que estão do outro lado do muro.
- Cooooorrrreeeee… Poooooorrrrrra!
Estava escrito!
Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".
Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.
Aliás, a motorista.
É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.
- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?
- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?
A velhinha não diz nada.
Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".
- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
- Está bem. Está bem.
- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!
- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".