Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
A televisão
Uma loira foi a uma loja onde se vendiam eletrodomésticos e material eletrónico.
Chega-se a um empregado e pergunta-lhe:
- Desculpe, quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira indignada decide regressar no dia seguinte usando uma peruca ruiva.
Quando chega a loja, dirige-se ao empregado e diz-lhe:
- Pode-me dizer quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira fica espantada, mas mesmo assim decide regressar no dia seguinte com uma peruca morena.
Quando chega, vai ter com o empregado e diz:
- Quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira já farta da situação pergunta:
- Mas como é que sabe que eu sou loira e porque é que não me vendem a televisão?
- Porque aquilo não é uma televisão, é um micro-ondas!
Chega-se a um empregado e pergunta-lhe:
- Desculpe, quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira indignada decide regressar no dia seguinte usando uma peruca ruiva.
Quando chega a loja, dirige-se ao empregado e diz-lhe:
- Pode-me dizer quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira fica espantada, mas mesmo assim decide regressar no dia seguinte com uma peruca morena.
Quando chega, vai ter com o empregado e diz:
- Quanto custa aquela televisão?
- Não vendemos televisões a loiras.
A loira já farta da situação pergunta:
- Mas como é que sabe que eu sou loira e porque é que não me vendem a televisão?
- Porque aquilo não é uma televisão, é um micro-ondas!
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Más notícias!
Pedro e Maria estão num voo para a Austrália para comemorar seu 40.º aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias. Os nossos motores estão a deixar de funcionar e vamos tentar aterrar de emergência. Por sorte, vejo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós, e, por isso, vamos tentar aterrar na praia.
Ele aterrou com êxito, mas avisou os passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que nós não sejamos resgatados e tenhamos que viver nessa ilha para o resto das nossas vidas!
Nesse instante, Pedro pergunta à mulher:
- Maria, entregaste o nosso IRS antes de viajarmos?
- Ai, perdoa-me Pedro. Eu esqueci-me completamente!
Pedro, eufórico, agarra a mulher e afinfa-lhe o maior beijão de todos os 40 anos de casamento.
A Maria não entende e pergunta:
- Pedro! Porque me beijaste desta maneira?
E ele responde:
- Os gajos das Finanças vão encontrar-nos!
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias. Os nossos motores estão a deixar de funcionar e vamos tentar aterrar de emergência. Por sorte, vejo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós, e, por isso, vamos tentar aterrar na praia.
Ele aterrou com êxito, mas avisou os passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que nós não sejamos resgatados e tenhamos que viver nessa ilha para o resto das nossas vidas!
Nesse instante, Pedro pergunta à mulher:
- Maria, entregaste o nosso IRS antes de viajarmos?
- Ai, perdoa-me Pedro. Eu esqueci-me completamente!
Pedro, eufórico, agarra a mulher e afinfa-lhe o maior beijão de todos os 40 anos de casamento.
A Maria não entende e pergunta:
- Pedro! Porque me beijaste desta maneira?
E ele responde:
- Os gajos das Finanças vão encontrar-nos!