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Anedotas de Ignorância

Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.

Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem.

Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.

Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…

Mais anedotas de Ignorância

Maldito relógio

O homem chega a casa exausto, depois de um dia duro de trabalho, e encontra a sua mulher bastante inquieta.

De repente esta diz-lhe:

- Querido, nem sabes o que aconteceu! O teu relógio de parede, aquele de 90 kg, quase caiu na cabeça da minha mãe.

O homem, dececionado, exclama:

- Porra! Aquele relógio estúpido está sempre atrasado!

Mas está a chover?!

Um alentejano anda a regar a horta.

Começa a chover, mas ele continua a regar.

Passa um vizinho que lhe pergunta:

- Atão compadri! Está a choveri e vomeçê continua a regari?

Responde o agricultor:

- Ê cá nã preciso de favores de ninguém!

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!