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Anedotas de Ignorância

Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.

Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem.

Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.

Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…

Mais anedotas de Ignorância

Declaramos guerra!

Após consulta parlamentar sobre a invasão do espaço aéreo português, Portugal enviou uma mensagem à Rússia!

- Russos, declaramos-vos guerra: temos 85 tanques, 40 não andam por falta de combustível, 27 caças, 4 navios, 2 submarinos e 5.221 soldados!

O estado russo já respondeu:

- Aceitamos a declaração, temos 19.000 tanques, 790 navios, 9.000 aviões, 455 submarinos e 5.5 milhões de soldados.

Ao que Portugal respondeu:

- Retiramos declaração de guerra! Não temos como alojar tantos prisioneiros!

Ajuda de quem

A professora diz aos alunos:

- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

A professora então pergunta:

- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?

À qual o Joãozinho responde:

- A calculadora!

Imediato! O meu casaco vermelho!

O capitão do navio encontra-se no seu camarote quando o imediato lhe vem dizer que avistaram um navio pirata que vem na sua direção.

O capitão sobe até ao convés, observa o navio ao longe com um telescópio e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho.

O imediato pergunta:

- Casaco vermelho? Mas… para quê? - Vamos combater daqui a nada.

- Se eu for ferido, não quero que a minha tripulação veja o meu sangue e se amedronte. Quero que combatam até ao fim sabendo que vamos ganhar!

O imediato vai buscar o casaco e a tripulação é vitoriosa na batalha.

Passado uma semana o imediato torna a chamar o capitão por causa de outro navio pirata.

O capitão torna a observar o navio, verifica que este é maior e diz:

- Traz-me o meu casaco vermelho e as minhas calças vermelhas.

O imediato assim faz, o capitão veste-se e travam nova batalha.

Uma vez mais, são vitoriosos.

Duas semanas depois o imediato torna a chamar o capitão para ver mais um navio pirata.

O capitão observa o navio ao longe e repara que este é de um tamanho colossal.

Diz o capitão:

- Imediato… traz-me as minhas calças castanhas…