Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Uma corrida
Estava um carro lento a andar na estrada quando de repente devido a uma avaria, para na berma.
Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.
Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.
Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.
Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.
Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.
Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:
- Acabaste de ver o que eu vi?
- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!
Após algumas horas e sem rede no telemóvel, vê um carro desportivo e pede ajuda para ser rebocado.
Depois de montado, devido à baixa velocidade, o dono do carro lento, diz que acende os piscas para o do desportivo abrandar a velocidade.
Pelo caminho, o dono do desportivo aumentava a velocidade e segundos depois o outro acendia os piscas para abrandar.
Alguns minutos depois passa outro desportivo e, com o objetivo de ser mais rápido que o outro, acelera a fundo.
Com esta corrida só se via os piscas do carro lento a ligarem e a desligarem.
Ao passar pelo radar de velocidade, já na Câmara Municipal, os vigilantes dizem um para o outro:
- Acabaste de ver o que eu vi?
- Sim, estavam dois carros desportivos a fazerem uma corrida e atrás vinha um carro lento a fazer sinal que queria ultrapassar!
Fiquei com pena!
Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
Que grande traquinice!
Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.
Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.
- 'Tá?
- O teu pai está?
- 'Tá… - ainda a sussurrar.
- Posso falar com ele?
- Não.
Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:
- E a tua mãe? Está aí?
- 'Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. 'Tá ocupada.
- Há mais alguém aí?
- Sim… - sussurrou.
- Quem?
- Um polícia.
Um pouco surpreendido, o diretor continuou:
- O que é que o polícia está a fazer aí?
- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.
Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:
- Que barulho é esse?
- É do helicóptero que acabou de chegar.
- Um helicóptero!?
- É… ele trouxe uma equipa de busca.
- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.
E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:
- Eles 'tão à minha procura…
Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.
- 'Tá?
- O teu pai está?
- 'Tá… - ainda a sussurrar.
- Posso falar com ele?
- Não.
Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:
- E a tua mãe? Está aí?
- 'Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. 'Tá ocupada.
- Há mais alguém aí?
- Sim… - sussurrou.
- Quem?
- Um polícia.
Um pouco surpreendido, o diretor continuou:
- O que é que o polícia está a fazer aí?
- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.
Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:
- Que barulho é esse?
- É do helicóptero que acabou de chegar.
- Um helicóptero!?
- É… ele trouxe uma equipa de busca.
- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.
E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:
- Eles 'tão à minha procura…