O Zé marujo chega a casa, de madrugada, depois de 15 dias no mar, corre para o quarto e deu 3 quecas.
Quando acabou foi beber água e vê a esposa a beber café na sala!
- Amor, não estavas agora mesmo no quarto?
- Não, é a minha mãe que veio fazer-me companhia.
- Mas eu cheguei com saudades, pensei que eras tu e dei-lhe 3 quecas.
A esposa vai ao quarto:
- Então mãe! Porque não disse ao Zé que não era eu?
- Sabes bem que não falo com ele há 5 anos… não era agora que ia falar!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Ausências
Diz o chefe da repartição pública para a sua nova secretária particular:
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
Um fogo difícil
Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?
- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?
- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete - a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!
Vai uma dança?
Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando, dirigiu-se a uma senhora de preto e pediu:
- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?
E ouviu a seguinte resposta:
- Não, por quatro motivos:
1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!
- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?
E ouviu a seguinte resposta:
- Não, por quatro motivos:
1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!