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Anedotas de Crianças

Um beijinho inocente

Uma menina de sete anos admitiu aos seus pais que o Joãozinho lhe tinha dado um beijinho depois da aula.

- E como é que isso aconteceu? - perguntou a mãe assustada.

- Não foi fácil - admitiu a pequena rapariga - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo.

Mais anedotas de Crianças

O que é que se passa aqui?!

Ao chegar mais cedo a casa, o marido encontra a mulher despida, deitada na cama e respirando ofegantemente.

- O que houve, querida? Tu estás a sentir-te mal?

- Acho que estou a ter um ataque cardíaco!

O marido corre como um louco para pegar o telefone e chamar a ambulância.

Enquanto tentava desesperadamente discar, o filho diz:

- Pai, há um fantasma no banheiro.

O marido vai até ao banheiro, abre a porta e encontra uma pessoa coberta por um lençol.

Ele puxa o pano e dá de caras com o seu melhor amigo totalmente despido.

Indignado, o marido diz:

- Pelo amor de Deus, Ricardo! A minha mulher está a ter um enfarte e tu ficas aí a assustar as crianças!

Despedida de solteiro

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.

Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…

Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.

Vendo isto os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.

E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte a minha mãe acorda-me e diz:

- Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Porque razão?

Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã… nã… não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?

- Nã… não… me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me… eu…

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?