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Anedotas de Crianças

Um beijinho inocente

Uma menina de sete anos admitiu aos seus pais que o Joãozinho lhe tinha dado um beijinho depois da aula.

- E como é que isso aconteceu? - perguntou a mãe assustada.

- Não foi fácil - admitiu a pequena rapariga - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo.

Mais anedotas de Crianças

Tinta fresca

Um pai e um filho foram passear ao Zoo.

Estavam a passear pelos jardins, quando o filho aproxima-se da jaula dos tigres.

O pai diz:

- Cuidado com os tigres!

Passam por outra, mas já a dos leões, e o pai diz:

- Cuidado com os leões!

Continuam a andar, quando passam por uma jaula que tinha a porta aberta e que dizia:

- Cuidado, tinta fresca!

Após ler o aviso o pai grita para o filho:

- Cuidado, cuidado! A tinta fresca fugiu!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

Presidente da República e a tragédia

O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.

A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".

Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.

Um garoto se levanta e diz:

- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.

Uma rapariga levanta a mão.

- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.

A sala fica em silêncio.

Nenhum voluntário.

O Presidente olha para a turma:

- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.

Com uma voz tranquila ele diz:

- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!