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Anedotas de Loucos

A piscina

O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.

Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.

Só que ela estava vazia.

O primeiro saltou e caiu no chão.

O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.

Depois chega a vez de mais um louco.

Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.

O médico pensou:

- "Olha, este pode sair. Não saltou."

- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.

- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.

Mais anedotas de Loucos

Sapatos apertados

Uma loira foi a uma loja de sapatos.

Escolheu, escolheu e acabou por se decidir por um par de sapatos de cromo alemão.

O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-a:

- Menina, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.

E responde a loira:

- Não tem problema! Eu só vou usá-los na próxima semana.

Porque razão?

Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã… nã… não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?

- Nã… não… me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me… eu…

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?

Médico de família

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!