O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Anedotas de Loucos
Mais anedotas de Loucos
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Uma caixa muito pesada
Seis homens carregam uma caixa muito pesada pelas escadas de um prédio muito alto, já no quarto andar um deles resolve ir ver quantos andares faltam.
Volta e diz:
- Tenho duas notícias… Uma boa e uma má! Um deles responde:
- Conta só a boa, a má contas quando chegarmos!
- Ok, faltam ainda 6 andares.
Continuam a subir e quando chegaram ao décimo andar um deles pergunta:
- Qual é a outra notícia?
Ele responde:
- O prédio não é este!
Volta e diz:
- Tenho duas notícias… Uma boa e uma má! Um deles responde:
- Conta só a boa, a má contas quando chegarmos!
- Ok, faltam ainda 6 andares.
Continuam a subir e quando chegaram ao décimo andar um deles pergunta:
- Qual é a outra notícia?
Ele responde:
- O prédio não é este!
Espelho meu
Num manicómio, dois loucos discutem:
- Esse espelho é meu! Dá cá isso!
Responde o outro:
- Estás parvo ou quê?! Não vês que tem a minha cara?
- Esse espelho é meu! Dá cá isso!
Responde o outro:
- Estás parvo ou quê?! Não vês que tem a minha cara?