Loucos

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À espera

Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado. Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:

- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!

Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente. Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:

- Por que é que tu não estás a nadar?

E o louco respondeu:

- Você pensa que eu sou tonto?

Aí o médico pensou:

"Este já deve estar bom."

E o louco continua:

- Vou esperar pelo barco!

Mais anedotas de loucos

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A porta

Num hospício, os médicos fizeram um teste aos loucos para ver quem estava curado. Eles desenharam uma porta na parede, e quem tentasse abrir ainda estava louco. No dia seguinte todos queriam abrir a porta, menos um que estava sentado e não parava de rir, por isso os médicos chegaram à conclusão que estava curado, mas antes de liberá-lo perguntaram:

- Porquê você estava rindo dos outros?

Ele respondeu:

- Porque a chave está comigo!
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A piscina

O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora. Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina. Só que ela estava vazia.

O primeiro saltou e caiu no chão. O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina. Depois chega a vez de mais um louco. Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás. O médico pensou: "Olha, este pode sair. Não saltou."

- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.

- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
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Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua. De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro. Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda. Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não...

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não... nunca pensei nisso...

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta. Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar. Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não ser uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

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