Ignorância

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Porque razão?

Numa cidade do interior, o presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã... nã... não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?

- Nã... não... me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me... eu...

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?

Mais anedotas de ignorância

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Uma anedota sem graça

O diretor da empresa contou uma anedota e todos riram à gargalhada, menos um dos presentes.

- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o director.

- Não... não! Eu não trabalho aqui.
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Consola nova

Joaquim chega a casa muito cansado com um pacote nas mãos.

O filho dele corre para ver o que é.

Ao ver que é um presente para ele, o filho abre o pacote e vê que é uma consola nova.

- Fixe! Ganhei uma consola nova!

- Sim, é uma consola - respondeu o pai - mas joga com cuidado porque tivemos que vender a televisão para a comprar.
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Não há razão para alarme!

Num avião de uma companhia internacional, um dos reactores rebenta no ar. Os passageiros entram em pânico. Logo a seguir rebenta outro. O pânico acentua-se. Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:

- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.

Nisto rebenta o terceiro reactor. O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão. Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:

- Desculpe, isso que leva aí é o quê?

- São para-quedas para a tripulação… – responde o tripulante.

Exclama o passageiro:

- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!

E responde o tripulante:

- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…

Aleatórias

Peixinho frito

20-10-2013 12:08, por Daniel

Aos dez

28-01-2014 12:20, por Daniel

Não rir!

19-05-2014 12:40, por Daniel

Vai uma dança?

23-07-2015 15:33, por Daniel

Qual peixe?

13-09-2017 02:44, por Nikka

Não há razão para alarme!

13-09-2017 02:46, por Daniel

Beijinhos

17-08-2018 17:31, por Daniel
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