Um homem de 80 anos está sentado num banco de jardim, chorando copiosamente.
Um homem, passando pelo local, fica comovido com a cena e senta-se ao seu lado, resolvendo puxar assunto:
- O que o aflige, senhor?
- Estou apaixonado por uma mulher de 22 anos.
- E o que há de mal nisso? O senhor não é correspondido?
- Claro que sim. Mas não é o que você está a pensar. Nós moramos juntos, ela é extremamente bonita, e ainda por cima, cozinha bem, nunca grita comigo e passamos quase todo o dia deitados na cama.
- Então eu não entendo. Parece-me que vocês estão vivendo uma relação perfeita. Porque é que o senhor está chorando?
- Esqueci-me onde eu moro!
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
Tudo é relativo
Um macaquinho perguntou à mãe:
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Podemos escolher?
Um muçulmano durante o período do Ramadão senta-se junto a um alentejano num voo.
Quando o avião desloca começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
- O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!
Quando o avião desloca começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
- O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!