Família

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Mensagens

O meu marido e eu estávamos sentados no sofá. Eu a ver televisão, e ele a mexer no seu telemóvel.

De repente o meu telemóvel, que estava na cozinha, tocou. Levantei-me e fui ver quem era. Era uma mensagem do meu marido:

"Já que estás na cozinha, podes fazer-me umas sandes?"

Mais anedotas de família

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Nem pensar!

Depois de vários anos de casado e depois de muito relutar, o marido concorda em levar a sogra e a esposa para conhecer Jerusalém. Assim que desceram do avião, a velha teve um ataque cardíaco e morreu abruptamente. Passado o susto inicial, o sujeito foi verificar os procedimentos necessários para mandar o corpo de volta ao Brasil.

- Você vai gastar aproximadamente dez mil dólares - informou-lhe uma funcionária.

- Dez mil?

Com medo de que o marido também tivesse um enfarte, a esposa tentou aliviar:

- Querido, se você quiser enterrá-la aqui mesmo, eu não me importo.

- Enterrá-la aqui em Jerusalém? De jeito nenhum!

- Por que não?

- Há dois mil anos atrás teve um sujeito que foi enterrado aqui e ressuscitou depois de três dias!
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O pagamento!

O homem liga para a mãe e diz:

- Ela brigou comigo de novo e estou indo morar contigo.

A mãe responde:

- Não querido, ela tem que pagar por isso! Eu vou morar com vocês!!!
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Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador. Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português. Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou na arma e entrou na sala. Durante 5 minutos tudo muito calmo. Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português! Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro. A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir. Após alguns minutos fica tudo muito calmo. A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

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